domingo, 27 de julho de 2014

Louca Sabedoria

http://dharmalog.com/2014/07/11/louca-sabedoria-filme-chogyam-trungpa-rinpoche/

Cursos de Astronomia

http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2014/05/7-cursos-gratis-para-voce-aprender-astronomia-na-internet.html

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Planetas! ...incrível, incrível!


Algumas décadas atrás os astrônomos estavam  bastante confiante sobre a formação dos planetas  no universo.



Com base em nosso próprio sistema solar eles pensavam que os planetas pequenos e rochosos se formavam perto de sua estrela-mãe e os planetas maiores, gasosos ou de gelo ficavam mais para fora.Então, quando eles começaram a encontrar planetas que não estavam em conformidade com qualquer uma dessas teorias,  ficaram confusos:  estariam erradas as atuais teorias de formação de planetas?

Por exemplo, alguns planetas foram descobertos tão perto de sua estrela que eles a orbitam em apenas alguns dias - mas os estudos de densidade indicam que  esses planetas são, de alguma forma, feitos de gelo.Outros planetas rochosos foram encontrados em tamanhos gigantescos que levaram os astrônomos a questionar exatamente como os planetas podem se formar.

Pensava-se que, à medida que a estrela central gira, todo o material em torno dela também gira e é aquecido.Mais tarde este material se aglomera com materiais com alto ponto de fusão, como o ferro e rocha, que são formados mais perto do sol. 
Quanto mais distante da estrela, mais frio é, o que permite a formação de gelo, enquanto que os planetas também acumulam parte do gás da sua vizinhança, formando-se os “gigantes gasosos”, como Júpiter e Saturno no nosso sistema.

Por que, então, que encontramos sistemas onde há gigantes gasosos orbitando sua estrela a um décimo da distância que Mercúrio orbita o nosso Sol? Por que alguns sistemas planetários têm "super-Terras", planetas rochosos enormes desprovidos de um exterior gasoso, orbitando em seus extremos? E por que, também, que alguns planetas possuem órbitas elípticas descontroladas e não uma orbita organizada como do nosso sistema solar?

A resposta: nós simplesmente não sabemos. 

É possível que, em alguns sistemas, os planetas são capturados pelas órbitas selvagens de outros, ou eles são capturados por uma estrela que passa.O próprio processo de formação do planeta pode, também, ser mais caótico do que se pensava. "As primeiras detecções de exoplanetas revelaram corpos que são totalmente diferentes de qualquer planeta do sistema solar", diz a NASA, e descobertas posteriores mostraram que muitos sistemas de exoplanetas são muito diferentes do nosso.

Em alguns exossistemas, planetas com massa semelhante à de Júpiter órbita tão perto sua estrela que eles são aquecidos a altas temperaturas e suas atmosferas superiores são varridas para o espaço.'Em outros sistemas, os planetas seguem órbitas alongadas (em contraste com as órbitas quase circulares do sistema solar)’. 

Encontrar planetas que não estejam em conformidade com as teorias vigentes significa simplesmente que não temos muita certeza sobre como funciona a formação deles. Pode até ser que o nosso sistema solar seja bastante singular quando comparado a outros sistemas planetários. Afinal, nós não temos “super-Terras”, algo que parece ser comum em outras partes da galáxia. Esse é um questionamento interessante: por que não temos “super-Terras”? Os astrônomos estão pesquisando para que possam responder essas perguntas em um futuro próximo com novas teorias.

'Os estudos de exoplanetas estão apenas começando, e não é possível ter certeza do que venha a ser planetas "típicos" entre nossas estrelas vizinhas’, diz a NASA.Será que a maioria dos sistemas planetários provará ser muito parecido com o nosso, ou somos excepcionais? Somente anos de estudo mais aprofundado irão dizer”.

Isso não quer dizer que não existem sistemas de exoplanetas como o nosso: a estrela 55 Cancri, a 41 anos-luz de distância da Terra, tem um sistema de cinco planetas, com uma distribuição semelhante à nossa. Porém, pode ser que nossas teorias sobre como estes planetas se formaram, em primeiro lugar, e que tipo de sistemas que habitam, talvez precisem ser revisadas.


"Talvez a pergunta mais interessante, e uma das mais difíceis de responder, diz respeito à singularidade da Terra," conclui Nasa. “Há planetas semelhantes à Terra em torno de outras estrelas? E será que a vida existe em qualquer outro planeta além da nossa própria terra?"[Daily Mail]

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Oculus Rift

Você já ouviu falar em Oculus Rift?  E em Palmer Luckey ?
Uma das maiores revistas internacionais da área de tecnologia, em edição recente, garante, numa reportagem de capa, que o moleque Luckey está perto de mudar os mercados de jogos, filmes, TV, música, design, medicina, sexo, esportes, artes, turismo, redes sociais, educação e até mesmo a própria realidade, esta “velha anciã” que já não nos é suficiente.
Capas de revistas costumam acertar muito mais que errar. Mas nunca vi uma frase tão longa numa capa, e tão contundente. Mudar a realidade? Mudar o sexo? Mudar praticamente todas as atividades humanas?
Um pequeno detalhe: Palmer Luckey  (que parece nome de personagem de série de TV) tem 21 anos e trabalha em seu projeto desde os 18, na garagem da casa de seus pais em Long Beach, na Califórnia (Estados Unidos). O tal projeto chama-se Oculus Rift, um equipamento parecido com uma máscara de mergulho incrementada. O seu objetivo é desfazer qualquer diferença entre a realidade do cotidiano físico-emocional  e a realidade virtual.
Oculus Rift: gagdet promete revolucionar games (Foto: Divulgação)
Trata-se de chegar a um ponto final numa busca que já tem mais de dois séculos. Desde Julio Verne até os autores de sci fi de hoje em dia, cientistas, visionários, escritores e filósofos procuram este caminho: um mundo digital tão envolvente, que neurologicamente não somos capazes de separá-lo do mundo fora de nós.
Acompanhe alguns dos comentários de especialistas sobre o Oculus Rift:
- Isto será maior do que qualquer um esperava.
- Esta é a primeira vez que um projeto foi bem sucedido em estimular partes do sistema visual humano diretamente, e de maneira permanente.
- Ele é seguramente um ponto de inflexão, e o projeto já é viável hoje. O mundo está na beira deuma grande mudança: Apple II, Netscape, Google, IPhone e agora o Oculus Rift.
E como funciona a “coisa”?  Trata-se de uma mistura de um sistema estereoscópico 3D,  360 graus de visibilidade, som surrounding diretamente conectado aos seus ouvidos, e um software que atinge diretamente seu córtex cerebral.
Você pode estar deitado numa praia, com um Sol escaldante na cabeça. Mas se estiver usando o Oculus, poderá viver uma experiência “real” de estar esquiando no inverno suíço. Você sentirá frio e a sensação de estar encasacado, com o vento a lhe castigar os ossos.
Pensou em Matrix? É muito mais, você pode viver numa comunidade carente num canto qualquer do mundo e viver diariamente em Nova Iorque ou Paris.
O produto está nos seus testes finais e seu lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2015. A Sony já anunciou que vai tentar criar um produto semelhante, e lançou um projeto que chama de Projeto Morpheus.
Adivinhe quem já comprou um pedaço da empresa que desenvolve o Oculus Rift?  Sim, claro, ele, o Zuka, o intrépido Mark Zuckerberg, que tirou do bolso dois bilhões de dólares, sem pestanejar, depois de experimentar o produto por uma hora.
- Este é o futuro, diz Zuckerberg. É como ir (com o Oculus) além da ideia de imersão e alcançar uma verdadeira presença humana, de cada indivíduo, num mundo virtual. Você anda, fala, come, senta, levanta, grita de dor, tem prazer e chora, deixando o plano do real - no qual a atual Internet se insere- para os velhos filósofos e psicanalistas.
Já vimos outras manchetes estupefacientes em capas de jornais e revistas, e muitas vezes  a realidade dobrou, triturou e moeu os sonhos.
Você vai mudar a maneira de seu cérebro funcionar, de seus olhos e ouvidos serem usados e, sobretudo, mudar sua vida, seu trabalho, suas relações pessoais, seu estar no mundo.
Se for isto tudo mesmo, o Oculus Rift será muito mais do que poderíamos imaginar para o futuro próximo.
Anote aí: Palmer Luckey, um rosto quadrado e um pouco rechonchudo, que só trabalha de sandálias, e seus sócios, Nate Mitchell e Brendan Iribe, podem estar fazendo história.
Será? Pelo sim ou pelo não, procure saber mais sobre o produto agora, amanhã pode ser tarde.

fonte:http://revistapegn.globo.com/Colunistas/Jack-London/noticia/2014/06/o-mundo-real-vai-acabar-em-2015.html