quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Hatha Yoga

Você tem interesse por Hatha Yoga? Sabe o que é? Vamos começar pela definição de Hatha: Ha significa sol e é representado pelo sol do seu corpo, a sua alma. Tha significa lua, que representa a sua consciência, a sua mente. Então o Hatha Yoga é a busca do equilíbrio entre as forças solar e lunar, respectivamente masculina e feminina. Isto é conseguido através da união da mente com a alma.



Uma das características do Hatha Yoga é a plena atenção na ação. Ou seja, se você está fazendo um asana (postura física) deve estar totalmente presente em todas as fases, que são: entrada, permanência e saída. Se você está praticando um pranayama (exercício respiratório) deve-se estar com plena atenção à respiração.



Hatha Yoga é uma linha muito centrada no trabalho de corpo, dá-se muita atenção ao correto alinhamento corporal durante o asana. Com o alinhamento quebram-se padrões corporais, que quebram padrões emocionais, que quebram padrões comportamentais. Todas essas quebras de padrões se dão porque se o corpo físico está alinhado com precisão, nossa respiração está alinhada com a mesma precisão, então a mente, as emoções e os sentidos entram em equilíbrio. A medida que o praticante de Hatha Yoga progride, ele se torna consciente de como os sentidos, a mente e a respiração devem ser utilizados para alinhar o corpo. Quer entender melhor? É bem simples, o objetivo é fazer o asana com o máximo de inteligência e amor. Traga a inteligência da tua mente até a energia do teu coração e deixe que a união dos dois te guie.



Não existe uma idade certa para se começar, crianças podem e devem praticar (existem instrutores especializados em dar aulas para pequenos). Qualquer um pode fazer Hatha Yoga, não importa a idade ou sexo."Qualquer um pode fazer Hatha Yoga, não importa a idade ou sexo." Não existe uma linha melhor ou pior, existe sim a linha na qual você se sente bem praticando - então é essa que você deve escolher. Mas é bom frisar que Hatha Yoga é uma atividade física, por isso consulte seu médico de confiança e peça um check-up antes de iniciar. Lembre-se: qualquer coisa que você esteja sentindo deve ser comunicada ao seu instrutor, para que ele adeque os asanas.


Posturas e meditação



Já que você tem interesse pelo tema, vale saber mais sobre Tirumalai Krishnamacharya, que, de acordo com alguns estudiosos, influenciou ou talvez até tenha inventado o yoga que praticamos.Krishnamacharya foi pioneiro em refinar posturas, otimizar a forma de colocá-las em sequência e em conferir valor terapêutico a asanas específicos. Ao combinar pranayama e asana, fez das posturas parte integrante do processo de meditação, ao invés de simplesmente um passo em sua direção. Vê-se sua influência, mais claramente, na ênfase que é dada a prática dos asanas - que hoje em dia é a marca da prática de yoga.



Foi Krishnamacharya quem transformou o Hatha Yoga, que antes era uma tendência obscura e estagnada do yoga, em sua corrente central. Seus quatro discípulos mais famosos são: Jois, Iyengar, Indra Devi e o filho dele T.K.V. Desikachar, que desempenharam um grande papel na popularização do yoga no ocidente.



Agora, entenda melhor sobre as escolas de Hatha Yoga mais divulgadas no ocidente. Experimente as linhas e pratique a que mais gostar:

Sivananda Yoga



Criada por swami Vishnudevananda, discípulo de Swami Sivananda - Devananda. O sistema de formação Sivananda visa manter a vitalidade do corpo, retardar o processo de deterioração e diminuir as chances de doença, pelo simples e natural cultivar o corpo. As filosofias do sistema estão resumidas em cinco princípios: Respiração adequada (pranayama), asanas (exercíos), savasana (relaxamento), dieta vegetariana, pensamento positivo e meditação (vedanta e dhyana). A prática objetiva a espiritualidade e enfatiza a filosofia do vedanta. Além de recitar mantras, incorpora técnicas de todos os caminhos do yoga: karma, bakhit, raja e janana yoga. É focada em 12 posturas básicas e inclui pranayama intenso


Anusura Yoga



Significa fluir com graça ou seguir o coração. Foi criada no ano de 1997 pelo norte-americano Johhn Friend. Une a filosofia tântrica, ancorada na valorização do bem, com princípios de alinhamento postural e meditações. Anusara prega a busca por harmonia e alegria, integradas ao fluxo da vida.


Asthanga Vinyasa Yoga



Yoga de oito membros, refere-se ao caminho de oito passos traçado pelo sábio Patanjali. É uma forma antiga e tradicional de yoga, acredita-se que teve sua origem nos textos ancestrais Yoga Korunta de Vamana Rishi. Diferencia-se das demais técnicas por ter uma sequência fixa de movimentos que devem ser executados de maneira bastante dinâmica. Nessa prática as posturas são executadas em sincronia com uma forte respiração. Foi desenvolvido por Sri Krishnamacharya e disseminado por Sri K. Patabhi Jois no início do século passado.


Bikram Yoga



É uma série de 26 asanas (posturas corporais) e dois exercícios respiratórios feitos por 90 minutos em uma sala aquecida a 40o centígrados. Foi criada em 1946 por Bikram Choudhury. O objetivo é aquecer os músculos rapidamente e promover a desintoxicação via suor.


Yoga Integral



Criada pelo mestre Sri Aurobindo em 1914. Objetiva o autoaperfeiçoamento do ser em todas as dimensões: física, emocional, mental e espiritual. Busca desenvolver as potencialidades latentes de cada um. É uma prática gentil, que integra Hatha Yoga com outros ramos, como Karma Yoga (prática da ação comunitária) e Bhakit Yoga (devoção), além de enfatizar a união com Deus.


Iyengar Yoga



Foi criada em 1938 por B.K.S. Iyengar. Focaliza-se particularmente nos seguintes aspectos: alinhamento correto do asana, concentração nas ações internas e permanência. O corpo torna-se harmonioso de acordo com a anatomia perfeita. Instrui e corrige com precisão cada postura, com o objetivo de desenvolver a consciência das diferentes partes do corpo e de melhorar o fluxo de energia através do alinhamento. São utilizados recursos como cintos, blocos, cadeiras e almofadas durante a prática, que ajudam o aluno a esclarecer os processos dos movimentos.


Power Yoga



Baseado nos estilos de Iyengar e Patabhi Jois - Ashtanga Vinyasa Yoga - dá ênfase aos asanas que requerem força e resistência. Sua criação é atribuída a Beryl Bender Birc, que adaptou os estilos acima citados em uma prática vigorosa, encadeada por fluxos dinâmicos sincronizados com a respiração.


Viniyoga



Foi criado por T.K.V. Desikachar, nascido em 1938, discípulo e filho de Krishnamacharya. Este método enfatiza as necessidades individuais do aluno, dá ao praticante as ferramentas para atualizar o processo de autodescoberta e transformação.


Vinyasa Yoga



Deriva do ashtanga vinyasa yoga. Tem grande ênfase na sincronia do movimento com a respiração - as sequências de asanas são fluidas e coordenadas com a respiração. As práticas podem ser vigorosas ou meditativas.


 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O universo

Essa é uma série do History Chanel que é simplesmente incrível, vale a pena ver todos os capítulos, este é o primeiro desta série:

http://www.youtube.com/watch?v=zapgDvSuBII

Japão: conjunto de galáxias mais longínquo do espaço é descoberto


Astrônomos japoneses anunciaram nesta quarta-feira a descoberta de um conjunto de galáxias há 12,72 bilhões de anos-luz de distância da Terra, o que alegam ser o mais longínquo já encontrado.
Usando um poderoso telescópio baseado no Havaí, a equipe fez uma viagem no tempo, observando o espaço como era cerca de um bilhão de anos após o Big Bang, a grande explosão que deu origem ao universo. "Isto mostra que um agrupamento de galáxias já existia nos estágios mais remotos do universo, quando ainda tinha menos de um bilhão de anos de sua história de 13,7 bilhões de anos", anunciaram os astrônomos em um comunicado.
A descoberta foi feita em conjunto por cientistas da estatal Universidade de Estudos Avançados e do Observatório Astronômico Nacional do Japão, usando o Telescópio Subaru do Havaí. Eles encontraram um "protocluster de galáxias", que deve ajudar os cientistas a compreender a estrutura do universo e como as galáxias se desenvolveram. A pesquisa será publicada no periódico americano Astrophysical Journal. Usando o telescópio Hublle, da Nasa, os cientistas tinham anunciado anteriormente a descoberta de um possível conjunto de galáxias cerca de 13,1 bilhões de anos-luz distante da Terra, mas esta ainda não foi confirmada, segundo os cientistas japoneses.

A caverna de altamira


O link em espanhol está muito melhor:

http://es.wikipedia.org/wiki/Cueva_de_Altamira

isso é incrível!

Felicidade


‎"Se sua vida não é feliz, então, saiba que você está vivendo da maneira errada. O sofrimento é o critério de se estar errado; e a felicidade é o critério de se estar certo - não há nenhum outro critério." Osho

Yamas e Nyamas

A ética do Yoga

Krishna e Pandavas


“Quando o yogi se torna qualificado, através da prática da disciplina ética, por abster-se de ações ilícitas (yama) e da auto-superação (niyama), pode (então) começar a prática de asanas e das outras técnicas.”Yoga Bhasya Varana, II:29

“Se você não tiver tempo ou disposição para agir conforme a ética do Yoga, tampouco terá tempo nem atitude para praticá-lo. Yama e niyama são os dois primeiros passos da caminhada, condição indispensável para que a prática dê resultados concretos.”
Pedro Kupfer


O fundamento do Yoga, como de toda espiritualidade autêntica, é uma ética universal. Essa prática compreende 10 grandes obrigações morais que podem ser consideradas patrimônio de todas as grandes religiões. São elas os 5 yamas e os 5 niyamas.

Lakshman, Hanuman, Rama e SitaYama significa controle ou domí­nio. É o pontapé inicial no caminho do Yoga. Os yamas são cinco proscrições: ahimsa, satya, asteya, brahmacharya e aparigraha, aquilo que não devemos fazer, os refreamentos ou abstinências que pretendem purificar o yogi, aniquilar a subjetividade advinda do egocentrismo e prepará-lo para os estágios seguintes da prática. Desempenham o controle dos impulsos naturais, que se manifestam através dos cinco órgãos de ação (karmendriyas): braços, pernas, boca, e órgãos sexuais e excretores. Essas normas de disciplina moral têm a finalidade de por freio ao poderoso instinto de sobrevivência e canalizá-lo para servir a um propósito superior, regulando as interações sociais do yogi, harmonizando o relacionamento dele com os outros seres. Esse controle criativo que os yogis exercem sobre as suas energias exteriorizantes resulta num excedente energético que pode então ser posto a serviço da transformação espiritual da personalidade.

Ahimsa, a não-violência, entende-se como não matar, não agredir, não ferir, nem causar nenhum tipo de dor a nenhum ser vivo. É a raiz de todas as outras normas morais.

Satya, a veracidade ou o não mentir, consiste em fazer coincidir pensamentos, palavras e ações, o que deve entender-se como evitar a falsidade em todas as suas formas.

Asteya significa não roubar, não cobiçar ou invejar bens ou conquistas de outrem. Não é apenas não roubar, mas eliminar totalmente o impulso de apoderar-se de objetos (ou ideias) alheios.

Radha e KrishnaBrahmacharya, o não desvirtuamento da sexualidade (não perverter, nem degradar, exacerbar, explorar ou se submeter ao sexo) pode interpretar-se como ser coerente em sua vida relacional e sexual. A palavra Brahmacharya é composta da raiz char, que significa mover-se, e da palavra Brahma, que significa verdade essencial. Assim, podemos entender brahmacharya como um movimento em direção ao essencial. É mais usado, geralmente, em termos de abstinência sexual. Mais especificamente, brahmacharya sugere que devemos formar relacionamentos que nos façam entender as verdades mais nobres.

Aparigraha, a não possessividade ou o não cobiçar, traduz-se em generosidade e desapego (vairagya) em relação não apenas aos bens materiais, mas também às relações afetivas. O apego (raga) nos tira da sintonia necessária para praticar. Assim, os yogis são encorajados a cultivar a simplicidade voluntária, pois o excesso de bens materiais só serve para distrair a mente, sendo a renúncia (vairagya) um aspecto essencial do estilo de vida yogiko.

Não pode ser eficaz e verdadeira a meditação de alguém que está em dí­vida com seus semelhantes, se há alguém a quem feriu, a quem enganou, a quem furtou, a quem explorou sexualmente, a quem deseja ou desejou arrebatar algo, pois as ví­timas estarão vibrando contra o pretenso meditante. À mente deste acorrerão lembranças e remorsos, que a inquietarão e frustrarão a pretensão de meditar.

ShivaNiyama, as prescrições psicofí­sicas, compreendem cinco disciplinas ou observâncias, ou seja, aquilo que devemos fazer: sauchan, santosa, tapas, svadhyaya e Ishvarapranidhana. Essas atitudes cumprem a função de domí­nio sobre os cinco órgãos de percepção (jñanendriyas): olhos, ouvidos, nariz, língua e pele. Esse controle dos sentidos aponta à organização da vida pessoal e interior do praticante, harmonizando o seu relacionamento com a vida em geral e com a Realidade transcendente.

Sauchan é a pureza ou purificação. A purificação externa inclui alimentação vegetariana, exercí­cios de purificação orgânica (como a lavagem das vias respiratórias e dos aparelhos digestivo e excretor) e manter limpo o ambiente em que se vive. Um organismo poluí­do por hábitos impróprios, como o uso de drogas (incluindo o cigarro e o álcool) ou alimentação intoxicante, gera comportamentos e condicionamentos contraproducentes para a prática do Yoga. A purificação interna inclui a eliminação das impurezas do pensamento. As técnicas mais refinadas de purificação são tattva suddhi e chitta suddhi (antar mouna).

Santosa, o contentamento, consiste em cultivar um estado interior de permanente alegria, independentemente das circunstâncias externas, o que facilitará muito o progresso na prática. O contentamento é uma expressão da renúncia (vairagya), o sacrifí­cio voluntário das coisas que nos serão inevitavelmente arrebatadas no momento da morte. Liga-se de perto àquela atitude de indiferença que faz com que os yogis encarem com a mesma atitude um torrão de terra e uma pepita de ouro, o que permite que eles se deparem com o sucesso e o fracasso, o prazer e a dor, com a mesma equanimidade inabalável.

Rama abraçando HanumanTapas é disciplina, determinação, força de vontade concentrada, esforço sobre si próprio, a sobriedade e austeridade visando a queimar os desejos egocêntricos, inferiores, instintivos e naturais, eliminando moleza, debilidade, pieguice etc.

Svadhyaya é o estudo da metafí­sica do Yoga e de si próprio; abrange não apenas o autoconhecimento, através da reflexão sobre a sabedoria das escrituras (shastras), mas também a aplicação prática desse conhecimento.

Ishvarapranidhana é a devoção, consagração, auto-entrega e submissão a Ishvara (Senhor, Deus pessoal), entendido como o arquétipo do yogi, o modelo ideal a ser seguido pelo praticante. Também significa entregar incondicionalmente as ações e seus frutos a uma vontade superior à sua própria. Pode entender-se como auto-aceitação no momento presente ou, ainda, como serviço à Humanidade.

Poucas escolas de Yoga hoje em dia, principalmente aqui no Ocidente, se dedicam a ensinar os yamas e niyamas. Entretanto, uma pequena reflexão sobre eles revela a sua importância na manutenção da “ecologia” social e individual. Através da prática desses preceitos se estabelece uma convivência pací­fica, harmoniosa e feliz na sociedade. É por essa razão que o sábio Patañjali os chama sarvabhauma, supremos ou universais, pois valem para todas as pessoas e em todas as circunstâncias. E cabe destacar aqui que, segundo Pedro Kupfer, o Yoga não é moral nem moralizante: os yamas e niyamas possuem uma função meramente utilitária e somente se praticam em função do objetivo final do yogi. Os conceitos de Bem e Mal não são agentes da sua conduta; a única causa do seu comportamento é o titânico esforço sobre si próprio que precisa fazer para viver em yama e niyama, e o resultado desse esforço, a libertação (moksha) obtida por meio do samadhi (a iluminação ou transcendência).




Sí­ntese por Cristiano Bezerra baseada em textos dos livros A Tradição do Yoga, de Georg Feuerstein,
Convite à Não-violência, de José Hermógenes, Yoga Prático, de Pedro Kupfer,
e no artigo O que é Yoga?, de Cathia Karin Heuser.

Originalmente publicado em www.ekadantayoga.com.br/yamas-e-niyamas-a-etica-do-yoga.html

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

O Guardião do Mosteiro


 Certo dia, num mosteiro zen-budista, com a morte do guardião, foi preciso encontrar um substituto. O grande Mestre convocou, então, todos os discípulos para descobrir quem seria o novo sentinela.

O Mestre, com muita tranquilidade, falou:

- Assumirá o posto o monge que conseguir resolver primeiro o problema que eu vou apresentar.

Então ele colocou uma mesinha magnífica no...
centro da enorme sala em que estavam reunidos e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá-lo. E disse apenas:

– Aqui está o problema!

Todos ficaram olhando a cena: o vaso belíssimo, de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro! O que representaria? O que fazer? Qual o enigma?

Nesse instante, um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre, os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e …ZAPT!… destruiu tudo, com um só golpe.

Tão logo o discípulo retornou a seu lugar, o Mestre disse:

- Você é o novo Guardião. Não importa que o problema seja algo lindíssimo. Se for um problema, precisa ser eliminado.

Um problema é um problema, mesmo que se trate de uma mulher sensacional, um homem maravilhoso ou um grande amor que se acabou. Por mais lindo que seja ou tenha sido, se não existir mais sentido para ele em sua vida, deve ser suprimido.

Muitas pessoas carregam a vida inteira o peso de coisas que foram importantes no passado, mas que hoje somente ocupam espaço – um lugar indispensável para criar a vida.

Farinha branca

Intestino, Sete metros de encrenca
Alergias, artrites, dores de cabeça, problemas de pele, tumores - esses e vários outros problemas de saúde que afligem as pessoas na nossa civilização industrializada estão relacionados ao mau funcionamento do intestino



1 As incrustações fecais
“Metade das pessoas que declaram gozar de boa saúde carrega continuamente dentro de si, desde a infância, vários quilos de substâncias que nunca foram eliminadas”, afirma o professor médico Arnold Ehret. “Para essas pessoas, uma boa evacuação ao dia não tem nenhum significado.”
Quando pensamos na farinha de trigo, sentimos gratidão, imaginando que com ela se mata a fome da humanidade desde os primórdios da história. É preciso, porém, deixar claro que a farinha usada nos tempos passados era integral, e as donasde- casa que tentaram fazer com ela massa para pão sabem muito bem quanto é difícil trabalhá-la sem misturá- la com farinha branca normal.
Mas a farinha branca, infelizmente, apresenta um grave inconveniente, perigoso e pouco conhecido: ela cola! Isso é fácil de verificar cozinhando a fogo baixo farinha branca e água: cria-se uma cola tão boa que até hoje é usada para encadernar livros antigos.
Com o passar dos anos, os alimentos que contêm farinha branca deixam uma camada sobre as paredes do intestino, especialmente sobre a parte final deles, o intestino grosso ou cólon. Essa pátina, acumulandose mais e mais a cada dia, pode se tornar tão espessa que no espaço central do intestino (o chamado lúmen) fica difícil passar um lápis.
Uma das maiores causas dos problemas intestinais, especialmente os do cólon, é essa pátina que, ao longo dos anos, se torna uma verdadeira incrustação, parecida, nas palavras do doutor Jensen, aos pneus de um automóvel! Claro, essas incrustações não são as únicas responsáveis. A elas deve-se acrescentar a vida sedentária, a poluição ambiental, o uso de medicamentos não naturais, uma alimentação não balanceada, demasiado rica em açúcares, alimentos refinados e aditivos químicos e, ao mesmo tempo, pobre de elementos importantes como fibras, vitaminas e sais minerais.
A tudo isso é preciso acrescentar o estresse, que determina uma alteração das paredes intestinais, provocando contrações excessivas ou insuficientes. Essa condição não apenas causa um acúmulo de escórias e um aumento das incrustações fecais antes descritas, mas pode influenciar a flora bacteriana, tornando mais lentos e menos eficazes os processos biológicos próprios do intestino.
2 A disbiose intestinal
No cólon existe uma notável flora intestinal, passível de modificações que a tornam muito perigosa para a saúde. Quando a flora é equilibrada e útil ao organismo, ocorre uma condição de saúde que tem o nome de eubiose. Ao contrário, quando essa flora está desequilibrada (condição, infelizmente, muito difundida na atualidade), toma o nome de disbiose, e suas consequências podem ser nefastas.
Uma alimentação pouco inteligente (muitos açúcares e proteínas, combinações erradas de alimentos, pouca ou nenhuma mastigação), refeições ingeridas de modo apressado e uso de laxantes, antiácidos, antibióticos, etc. criam um produto da digestão (um “bolo”) rico de proteínas mal digeridas e outros elementos anômalos que predispõem ao desenvolvimento de várias substâncias tóxicas e bactérias da putrefação, ambas muito danosas. Tudo isso, infelizmente, contribui para o forte aumento estatístico das patologias graves do cólon, como diverticulites, pólipos, retocolites ulcerosas e tumores.
3 SII (síndrome do intestino irritável)
A SII (síndrome do intestino irritável) é uma patologia que faz o intestino “espremer” o alimento ingerido de modo excessivamente débil ou forte, fazendo com que o trânsito desse alimento seja demasiado lento ou veloz.
Às vezes, a SII é provocada pela ansiedade ou pelo estresse. No entanto, muitas outras vezes, os testes que determinam a permeabilidade e a motilidade intestinal revelam a presença de fungos, parasitas e/ou bactérias patogênicas. Os micróbios mais comumente encontrados em situações do gênero são o Blastocystis hominis e as várias espécies de cândida.
Se se permite que a SII prossiga no tempo sem o devido tratamento, ela pode dar origem a desordens muito sérias, como a infecção por cândida, a sensibilidade química múltipla, a síndrome da fadiga crônica, muitas doenças autoimunes e até mesmo o câncer.
Vale notar que raras vezes os tratamentos médicos conseguem eliminar a SII. Para seu tratamento efetivo, são mais adequados os remédios naturais. Eles devem ser dirigidos à remoção das causas, à melhora das funções gastrointestinais e à cura da mucosa intestinal.
4 Síndrome de hiperpermeabilidade intestinal
Diversos problemas de saúde surgem por conta do mau funcionamento do intestino, muitas vezes causado pelo estado precário de suas paredes, que perderam a necessária impermeabilidade. Essa patologia é chamada de “perda de impermeabilidade da mucosa intestinal”. Há fortes suspeitas de que essa perda é a causa básica de várias patologias, entre as quais doença celíaca, infecção por cândida, doença de Crohn, infestação por giárdias, eczema atópico, problemas digestivos, fadiga crônica, alergias alimentares, intolerâncias alimentares, asma, dores de cabeça e artrite.
A patologia acontece quando, nas paredes do intestino, os espaços entre as células se ampliam a ponto de possibilitar a passagem e a subsequente entrada de substâncias tóxicas na corrente sanguínea. Essa condição anômala permite às gorduras e aos dejetos que não puderam ser absorvidos (bactérias, fungos, parasitas com suas toxinas, proteínas não digeridas) “gotejar para fora” e entrar na corrente sanguínea.
Considerando-se a vasta superfície da mucosa intestinal e sua grande capacidade de absorção, pode-se compreender quanto é importante que ela permaneça perfeitamente impermeável, para evitar que as substâncias tóxicas possam ser lançadas nos líquidos externos (sangue e linfa) e distribuídas no corpo todo, criando múltiplas disfunções e doenças.
Dessa distribuição de venenos deriva uma série de distúrbios de caráter geral que, à primeira vista, parecem não ter nenhuma relação com o intestino: dores de cabeça, nervosismo, ansiedade, depressão, mau hálito, rinites, acne, dermatites, eczemas, fadiga crônica, envelhecimento da pele, dores nas articulações, artroses, etc. Essa invasão provoca também uma forte baixa das defesas orgânicas, pois no intestino existem entre 100 e 200 “placas de Peyer” (aglomerados de nódulos linfáticos localizados principalmente na mucosa do íleo, que têm a mesma atividade das tonsilas: produzir substâncias que protegem a mucosa contra a ação de micróbios), essenciais para a manutenção do nosso potencial imunológico. Isso, obviamente, abre as portas a várias alergias e intolerâncias alimentares.


5 Glúten e doença celíaca
O glúten é uma proteína que, infelizmente, está cada dia mais presente na nossa alimentação. Ao contrário da crença comum que o associa sobretudo ao pão e ao macarrão, o glúten existe também em vários outros cereais (trigo, cevada, farro, centeio, sorgo) e, obviamente, em todos os seus derivados. Às vezes o glúten é utilizado para tornar mais densos cremes e pudins, no presunto cozido e em embutidos como salames, mortadelas, salsicha e inclusive em alguns medicamentos.
Com o passar dos anos, especialistas em agricultura selecionaram cereais com conteúdo cada vez maior de glúten. Do farro com pouquíssimo glúten, como aquele usado na Europa na época dos antigos romanos, passou-se ao trigo, que contém muito glúten.
A grande utilização atual do glúten advém do fato de que essa substância torna as massas mais macias e elásticas – uma grande vantagem na panificação, pois assim o pão fica mole e não se esfarela quando cortado em fatias.
Arroz, milho e trigo-sarraceno não contêm glúten. Ainda não foi bem definida a sua quantidade na aveia e no cereal quinoa. Mas o seitan (produto de linha macrobiótica) contém 100% de glúten!
Esse é o motivo pelo qual se prescreve uma “dieta branca” aos que sofrem de gastroenterites, de doenças do aparelho digestivo ou de fenômenos de infecção generalizada. Essa dieta se baseia em arroz cozido e água de arroz.
São relativamente comuns as alergias ao glúten, nas quais a resposta imunológica é similar àquela que acontece nas demais doenças alérgicas de origem alimentar, com o aparecimento de vários sintomas. Às vezes, essas alergias podem desembocar numa moléstia autoimune extremamente grave, a doença celíaca. Nessa patologia, o sistema imunológico cria anticorpos contra o glúten e pode destruir as vilosidades intestinais e/ou gerar caquexia (estado de magreza extrema), e inclusive levar à morte.

Açúcar branca é um veneno!

 

Até cerca de 300 anos atrás a humanidade não usava aditivos doces na sua dieta ordinária. Hoje somos uma civilização, consumidora de milhares de toneladas diárias de açúcar.
O açúcar é uma “droga doce e viciante que dissolve os dentes e os ossos de toda uma civilização”. Seus efeitos nunca são imediatos, mas lentos, acumulativos, insidiosos, drenando a saúde aos poucos.
O açúcar é descalcificante, desmineralizante, desvitaminizante e empobrecedor metabólico. Açúcar não é “alimento”, mas um poderoso
“antinutriente”, um grande ladrão.
Paradoxalmente, quem come muito açúcar fica dependente
organicamente do mesmo e tende a ter menos força.
Grandes consumidores de açúcar geralmente são fracos, astênicos, que não podem fazer quase nada sem usar um pouco de doce.
Por ser considerado então como um produto antibiológico, ou antivida”, ele está diretamente ligado à causa p/ o surgimento de várias doenças, como a arteriosclerose, o câncer, a leucemias, o diabetes, enxaquecas, as distonias neuro-vegetativas, insônia, asma, bronquite, infecções, pressão alta, diarréias crônicas, perturbações e doenças visuais, problemas de pele, distúrbios glandulares, cáries , problemas de crescimento, osteoporose.
Um dos efeitos mais diretos dos excessos de consumo do açúcar é a hipoglicemia, ou seja, falta de açúcar no sangue. Hipoglicemia é um distúrbio que se manifesta sob variadas formas, determinando mais comumente
langor, fraqueza, sensação de desmaio iminente, Vertigens, tonturas, prostração, angústia, depressão, palpitação cardíaca, sudorese, sensação de irrealidade etc. A depressão provocada é variável, dependendo do
indivíduo, podendo ser ausente ou fraca ou até mesmo extremamente forte, incapacitante. Sabemos que muitas pessoas são tratadas pela
psiquiatria e até internadas por depressão, cuja única origem é hipoglicemia, ou falta de açúcar em demasia, e se pesquisarmos, grande parte desses pacientes usa muito açúcar.
O mecanismo é muito simples: ao consumirmos açúcar em demasia, o organismo, através das células beta das ilhotas de Langherhans do pâncreas, produz muita insulina, que é o hormônio responsável pela “queima” da glicose do sangue. Ora, quanto mais açúcar é consumido, mais insulina é
produzida. Com o tempo, e com o consumo continuado, o pâncreas
produz mais insulina do que o necessário, pois a sua liberação depende da avaliação da intensidade de estímulos gástricos e da dosagem de glicose
proveniente do sistema porta e hepático. Um pouco mais de insulina determina queima a mais de glicose, gerando falta.
Hoje muitas doenças modernas são provocadas pela poluição alimentar, devido a uma nutrição desequilibrada, colaborando também para o surgimento
de doenças como: arteriosclerose, leucemia, diabetes, varizes, enxaquecas. insônia, asma, pressão alta, prisão de ventre, problemas de pele, distúrbios
glandulares, cáries dentárias (e outras doenças da boca), problemas de crescimento, osteoporose.
Recomendamos o livro: ” Sugar Blues” o gosto amargo do açucar”. Autor: William Duftv, Editora Ground

domingo, 5 de agosto de 2012

Solitude

 "Solitude significa simplesmente completitude. Você é íntegro; não há necessidade de ninguém mais para lhe completar. Portanto tente encontrar seu próprio centro interior onde você está sempre só, tem estado sempre só. Na vida, na morte - onde quer que você esteja - você estará só. Mas isso é tão completo, não é vazio; é tão pleno e tão completo e tão transbordante com todos os sumos da vida, com todas as belezas e bênçãos da existência, que uma vez que você tenha provado de sua solitude, a dor no coração irá desaparecer.
Em seu lugar, um novo ritmo de tremenda doçura, paz, alegria, deleite, estará presente." Osho


Copyright © 2012 Osho International Foundation

A Cientista que Curou Seu Próprio Cérebro

Vi meu cérebro morrendo
A neurocientista americana que sofreu um
derrame e observou em detalhes a deterioração
de sua mente relata a experiência e mostra como
ajudar as vítimas desse mal



Vanessa Vieira

Divulgação
"No primeiro momento, fiquei aflita. Depois, pensei: quantos cientistas têm a oportunidade de estudar as funções cerebrais de dentro para fora?"

Na manhã de 10 de dezembro de 1996, aos 37 anos, a neurocientista americana Jill Bolte Taylor, da Universidade Indiana, acordou com uma dor aguda na cabeça. Com seus conhecimentos, logo deduziu que estava sendo vítima de um derrame cerebral. Durante quatro horas, a cientista viu seu cérebro deteriorar-se enquanto tentava pedir ajuda. Nesse período, pôde observar por dentro, como protagonista, aquilo que havia estudado durante toda a vida – o funcionamento das regiões do cérebro e o que acontecia quando cada uma delas parava de trabalhar. Hoje, depois de uma incansável batalha pela cura, ela recuperou completamente suas funções físicas e mentais, sem nenhuma seqüela. A experiência lhe rendeu um livro, A Cientista que Curou Seu Próprio Cérebro, que vendeu 500 000 cópias nos Estados Unidos e foi lançado há pouco no Brasil. Jill deu a seguinte entrevista a VEJA.



Como a senhora percebeu que estava sofrendo um derrame cerebral?Acordei com uma dor aguda na cabeça, bem atrás do olho esquerdo. Depois, percebi que minha coordenação muscular estava prejudicada. Quando entrei no chuveiro e abri a torneira, ouvi um estrondo, mas era só a água caindo. Juntando os três sintomas, e baseada na minha experiência como neurocientista, percebi que poderia estar sofrendo um derrame. No fim daquela manhã, já não conseguia andar, falar, ler, escrever ou lembrar informações básicas da minha vida, como quem era minha mãe, nem sequer o que a palavra mãe significava.

O que estava acontecendo em seu cérebro naquele momento?O hemisfério esquerdo foi afetado. Ele é o lado racional, responsável pelo processamento das informações em forma de linguagem. Usa as palavras para classificar cada elemento do mundo ao nosso redor. Como essa parte se alterou, eu não era capaz de falar nem entender o que as outras pessoas diziam. O hemisfério esquerdo também abriga as células responsáveis por percebermos os limites de nosso corpo. Com o derrame, aos poucos o hemisfério direito do cérebro, que entende o mundo pelo lado emocional, começou a prevalecer. Na ausência do julgamento racional do hemisfério esquerdo, minha mente alternava momentos de consciência com outros de euforia, uma sensação de haver alcançado uma espécie de nirvana.

Em seu livro, a senhora descreve que, nas primeiras horas após o derrame, os sons, cheiros e luzes se tornaram torturantes. Qual é a explicação para isso?Meu cérebro já não era capaz de processar os estímulos corretamente. Em condições normais, eles são transmitidos por diferentes grupos de células, que os filtram e refinam. Quando meu cérebro foi lesionado, o sangue se espalhou entre os neurônios e interrompeu a filtragem. Como conseqüência, os estímulos não podiam ser percebidos normalmente, o que tornou o contato com o mundo exterior uma experiência de completo caos e dor. Respirar fazia com que minhas costelas ardessem, e a luz que penetrava nos meus olhos parecia queimá-los.

"Os médicos não são treinados para lidar adequadamente com os pacientes de derrame, sobretudo quando o hemisfério esquerdo é afetado e o doente não consegue falar ou comunicar o que está pensando"

O fato de entender o que estava ocorrendo em seu cérebro contribuiu para acalmá-la ou a deixou ainda mais preocupada?No primeiro momento, fiquei aflita e pensei: "Meu Deus, isto é um derrame!". No instante seguinte, surpreendi-me pensando que a situação era muito interessante. É estranho, mas fiquei animada quando me dei conta de que aquilo tudo que eu estava experimentando tinha uma base fisiológica e uma explicação. Pensava: "Quantos cientistas têm a oportunidade de estudar as funções do cérebro e sua deterioração de dentro para fora?". De fato, como neurocientista, durante o derrame aprendi tanto sobre o funcionamento do cérebro quanto havia aprendido em todos os meus anos de estudos. Naquele momento, a porção egoísta abrigada no hemisfério esquerdo do meu cérebro ainda acreditava que eu não morreria e que só ficaria longe de minhas atividades normais durante uma semana. Depois, fui me dando conta de que poderia morrer. Mas, à medida que era inundada pelo sentimento de libertação trazido pelo lado direito do cérebro, vivia momentos de paz. Neles, não havia medo da morte.

Como a senhora consegue se lembrar de detalhes do processo de deterioração de seu cérebro?Em primeiro lugar, porque em nenhum momento fiquei inconsciente. Perdi o hemisfério esquerdo, que pensa em forma de linguagem, mas o hemisfério direito, que pensa em forma de imagens, guardou uma espécie de videoteipe da manhã do derrame. Então, o que tive de fazer durante a recuperação foi repassar esse vídeo com o auxílio de um profissional, que me ajudou a adicionar as frases correspondentes para descrever o que acontecia, tais como: "Eu me levantei, eu senti, eu vi". Foi como rever o videoteipe acrescentando a trilha sonora.

Que habilidades do dia-a-dia foram comprometidas pelo derrame?Como muitas vítimas de derrame, eu conseguia escrever, mas não era capaz de ler. Isso acontece porque o circuito da escrita em nosso cérebro é separado do circuito da leitura. Eu só conseguia digitar mensagens básicas no computador. A escrita manual envolve o controle motor do hemisfério oposto à mão com que você escreve. Como sou destra, era meu hemisfério esquerdo que coordenava essa tarefa, que se tornou quase impossível. Mas, ao digitar, usam-se as duas mãos e recorre-se aos dois lados do cérebro. Digitar, portanto, era mais fácil. Minha habilidade matemática também se perdeu.

Como isso aconteceu?Perdi os neurônios responsáveis por compreender os números. Deixei de entender qualquer coisa relacionada a dinheiro. Para mim, 25 não era nem maior nem diferente de 10. Sentia-me incapaz de julgar se os preços eram justos. Levou anos até que meu cérebro conseguisse entender o que era o algarismo 1. E, se você não consegue entender o que é 1, também não conseguirá entender o que significa 1 + 1. Só quatro anos após o derrame minha mente se recuperou o suficiente para entender o conceito de 1 e fiquei pronta para reaprender adição, subtração, multiplicação e divisão. Depois de entender o que era um número, treinei minha habilidade matemática com a ajuda de videogames e programas que estimulam essa área. Também demorei um ano para aprender a arrumar a louça no escorredor. Parece simples, mas as tarefas de organização demandam a capacidade de calcular.

Sua visão foi comprometida?Eu não processava a visão de forma convencional. Perdi a habilidade para definir os limites entre os objetos. Todos eles se fundiam, formando uma imagem maior, como num quadro impressionista. Se uma pessoa ficasse parada junto à porta, eu não conseguia percebê-la, a menos que ela se movesse.

Por que nem todas as vítimas de derrame relatam as mesmas experiências ou distorções sensoriais pelas quais a senhora passou?A diferença está no grau de conhecimento sobre biologia e neurologia que eu tenho em relação à maior parte dos pacientes. Talvez eles passem pela mesma experiência, mas a descrevem de forma diferente ou têm uma compreensão mais limitada do que lhes está acontecendo.

"É falso que o cérebro só se recupera nos seis meses posteriores ao acidente vascular. A estimulação pode fazer com que muitos neurônios, adormecidos para se proteger do trauma, voltem a funcionar depois desse prazo"

Como a senhora conseguiu se recuperar sem nenhuma seqüela?Graças à minha experiência como neurocientista, soube como estimular meu cérebro da maneira correta para que parte dos neurônios recuperasse suas antigas conexões. Além disso, eu tinha um mapa muito claro das áreas que precisavam ser tratadas prioritariamente.

Como os médicos devem lidar com os pacientes vítimas de derrame?Os médicos não são treinados para lidar adequadamente com esses pacientes, sobretudo quando o hemisfério esquerdo é afetado e o doente não pode falar nem comunicar o que está pensando. Durante minha recuperação, um médico que tentava avaliar meu raciocínio me perguntou quem era o presidente dos Estados Unidos. Primeiro, tive de vasculhar todos os meus arquivos mentais que me explicassem o que era um presidente. Depois, todos os arquivos relativos aos Estados Unidos. Mas o que ele queria saber não dizia respeito ao conceito de presidente ou de Estados Unidos, mas a um personagem específico, Bill Clinton, que estava armazenado numa pasta completamente diferente. O médico teria sido mais eficiente se tivesse me perguntado quem era Bill Clinton, uma resposta que eu certamente encontraria ao revirar meu arquivo mental sobre esse personagem. Os médicos precisam entender como o cérebro de um sobrevivente de derrame funciona, em vez de tentar avaliá-lo segundo seus próprios critérios.

O que sua experiência ensina aos médicos?Que a afirmação de que seis meses é o prazo máximo para uma vítima de derrame recuperar determinada habilidade está totalmente errada. Os seis primeiros meses são os melhores, mas vi meu cérebro se recuperar durante oito anos. Já ouvi pacientes dizer, quinze anos depois do derrame, que estavam readquirindo movimentos. Além do mais, já se sabe que, após o derrame, algumas células cerebrais que sofreram o trauma interrompem suas conexões com outras células e ficam num estado de dormência, mas não estão mortas. As células que morrem são aquelas que entram em contato direto com o sangue do derrame. Os grupos de células que ficam adormecidas isolam-se para se proteger. Com o tempo, conforme aumentamos a estimulação, eles podem crescer, conectar-se à rede e voltar a funcionar. Isso sem falar na capacidade de adaptação das células cerebrais. Quando as células responsáveis por uma tarefa não podem mais realizá-la, passam a contar com a colaboração de outros grupos de células, desenvolvendo novas habilidades e compensando aquela que foi perdida. Quando se perde um dos sentidos, os outros tendem a ficar mais aguçados.

Que avanços a medicina fez recentemente no estudo dos acidentes vasculares cerebrais?Nos últimos dez anos, houve duas grandes contribuições científicas à crença na capacidade de recuperação constante do cérebro. A primeira vem do conceito de neuroplasticidade, em que o cérebro altera suas conexões conforme o tipo de estímulo. Antes, pensava-se que a estrutura do cérebro era definida na primeira infância, e não mudava. A segunda vem da descoberta de que novos neurônios crescem em locais estratégicos. Um exemplo: um alcoólatra de longa data pára de beber. Depois de três meses, novos neurônios começam a crescer no hipocampo, a parte do cérebro responsável por armazenar memórias recentes. Assim, ele terá um grande estímulo à aprendizagem. Até dez anos atrás, tínhamos como certo que não se formavam novos neurônios.

Que conselhos a senhora daria a um familiar ou amigo de vítima de derrame?Primeiro, entenda que o sobrevivente de derrame não se tornou um incapaz. Ele apenas está doente. Segundo, esteja certo de que o paciente está tentando fazer as tarefas propostas, apenas não no nível de habilidade nem no tempo de quem as propõe. Portanto, não avalie sua capacidade cognitiva pela velocidade com que ele responde. Fale com ele diretamente em vez de falar sobre ele com os outros, como se ele não estivesse ali. Incentive-o a aprender constantemente, mesmo que leve vinte anos. Ao propor um desafio ou tarefa, fragmente todas as ações em pequenos passos e esclareça ao paciente qual é o próximo, para que ele possa saber que objetivo está perseguindo. Formule questões de múltipla escolha em vez de perguntas cujas respostas sejam sim ou não. Elas estimulam o cérebro a trabalhar. E dê-lhe tempo para procurar a resposta em vez de completar suas frases. Comemore todos os pequenos avanços na recuperação, porque eles são a inspiração para conquistas maiores. Sobretudo, ame-o pelo que ele é hoje.

Vegetariano de 101 anos completa maratona de Londres 2012 e bate novo recorde.


Fauja Singh não só completou mais uma maratona, mas também bateu um novo recorde mundial dos mais velhos de 90 anos em maratonas.
A BBC relata que o indiano e cidadão britânico de 101 anos, conquistou um tempo de 7 horas e 49 minutos. Isto é, cerca de meia hora mais rápido que seu tempo na Maratona de Toronto 2011, onde ele estabeleceu o recorde anterior ( 8h25min) para o mais velho maratonista.
Fauja Singh (o nome significa o soldado) quebrou recordes mundiais para corredores com mais de 100 anos, em oito distâncias diferentes, que variam de 100 a 5.000 m.
O atleta começou a correr aos 89 anos, depois de perder esposa e filho, e deixar a Índia para morar na Inglaterra.
Em 12 anos, participou de oito maratonas em vários países e carregará a Tocha Olímpica para Londres 2012, em um dos trechos estipulados pela organização do evento.
Singh vai parar de correr maratonas como a de Londres. Mas, não vai desistir das corridas e ainda pretende participar de provas de cinco e dez quilômetros.
Tradução por Dani Vasques
Fontes: BBC / Recreati

sábado, 4 de agosto de 2012

Shiva (शिव)

Antes de começar a falar deste deus, é preciso saber que os hindus são, em essência, monoteístas. Acreditam em um Deus indefinível e infinito, a quem chamam de Brahman. É equivalente ao Tao chinês. Brahman se manifesta através de seus três aspectos, conhecidos por Trimurti: Brahma (O criador) Vishnu (o mantenedor) e Shiva (que é o destruidor /transformador).
 
Então, como podem três deuses ser UM Deus? Vamos usar o filme "The Matrix" como uma comparação grosseira: Brahman seria o Deus eterno, imutável, infinito e impessoal que está fora da Matrix (assim como o software das máquinas, que não possuem uma representação física). O universo que conhecemos (Matrix e tudo o que encontrarmos para além da Matrix, como Zion) é manifestacão dele. Em Maya (Matrix) Brahman se manifesta diretamente como Ishvara, que é o Deus personalizado (equivalente a representação do "Arquiteto"). Ishvara e Brahman são a mesma "pessoa", sendo que um está fora e o outro dentro de matrix. Ishvara é aquele que domina o universo, ele é a alma do universo, e possui três formas (Trimurti), a saber: Brahma, Vishnu e Shiva. Eles não são seres distintos entre si (assim como as réplicas do "Agente Smith"). São como o vapor, a água e o gelo, a mesma coisa em estados diferentes. Quando está criando, Deus é Brahma, quando está mantendo a criação ele é Vishnu, e destruindo ele é Shiva.
É por uma questão de respeito que os Hindus cultuam tantos deuses que são intermediários entre o Divino (Brahman) e os homens, pois sabem que o Divino não toma partido nas decisões humanas. O Trimurti é mais respeitado por ser a criação mais próxima do Divino, daí que são cultuados com reserva e o respeito de quem se dirige a uma "autoridade". Então o povo hindu prefere se dirigir a outros deuses de "escalões mais próximos" aos homens, como Ganesha (filho de Shiva) e outros, para pedir coisas mais mundanas.
O nome original de Shiva nos Vedas é Rudra "o Deus terrível", sendo depois lhe dado o eufemístico nome de Shiva, "o auspicioso" (assim como fizeram com as Fúrias gregas, apelidadas de "as graciosas") Shiva significa Aquele em que tudo repousa, possuindo também o sentido de benigno, gracioso, amigo, felicidade e variantes. Um nome tão bonito pra um deus tão terrível? Mas, se você conhecê-lo, verá que ele não é tão mau assim. Um dos seus nomes é Neelkantha (que significa o de garganta azul). Sabem por que? Porque tomou um veneno que para salvar a humanidade, e então sua esposa Parvati apertou a garganta dele com força para que o veneno ficasse concentrado ali. Sua pele é representada na cor azul, como a de Krishna, pois significa iluminação ou santidade.
Muitos confundem Shiva com mulher, mas o nome é masculino (termina em A, enquanto o das mulheres terminam em I, na Índia) e ele, na verdade, também é ela. A representação Ardha-nari - que significa meio mulher - é uma das mais conhecidas. A outra metade é homem, para simbolizar a unidade do princípio gerador. Ardha tem três olhos, sendo um no centro da testa. A criação desse olho se deveu a uma brincadeira da sua esposa Parvati, que fechou os olhos de Ardha com as mãos, envolvendo assim o universo na escuridão e no caos. Para restaurar a ordem, Ardha imediatamente fez um terceiro olho. Representa suas três visões de tempo: passado, presente e futuro. Uma lua crescente, acima do 3º olho, marca a passagem do tempo em meses, enquanto uma serpente, enrolada no pescoço, marca a medida em anos (também representa o controle sobre os poderes da natureza, do ego, e da vida e morte) e vários colares de crânios espalhados pelo corpo representam a eterna passagem das eras, e a sucessiva extinção e geração de raças da humanidade.

Ele segura um tri-sula (tridente) numa mão e um tambor (em formato de relógio de areia) chamado Damaru. Do alto da sua cabeça sai o Rio Ganges. Seus olhos ficam semi-abertos (ou um aberto e o outro fechado), sendo isto chamado de Samabhavee mudrá. Significa que sua mente está absorta no seu eu interior, enquanto o corpo está envolvido no mundo exterior.
Foi designado a ele o papel de transformador, seja através da reprodução ou da destruição/dissolução. No papel de destruidor ele é chamado de Kala (Preto) e é identificado com o Tempo. Mas, na maioria das vezes, a função de destruição é realizada por sua esposa, Kali (aquela cheia de braços, que fica com a língua pra fora).
Kali (que na representação Ardha-Nari de Shiva é conhecida como Durga ou Parvati) é na verdade a contraparte feminina de Shiva. Certa vez o Deva do amor (Kama Deva) tentou inflamar Ardha-nari com paixão por Durga, e então ele, com um simples olhar do 3º olho, reduziu Kama Deva à cinzas. Com esse mesmo olhar, ele cumpre a tarefa de destruidor universal. Reza a lenda que ele queimou todo o universo, inclusive Brahma e Vishnu, e passou as cinzas pelo corpo. Daí que os yogues seguidores de Shiva também costumam espalhar cinzas pelo corpo para meditar.
No sentido de reprodução, vemos o símbolo de Shiva cultuado pelos hindus como o Shiva Lingam (falo), esculpido em madeira ou pedra. Shiva também é considerado o criador do ascetismo e do yoga, além de ser o deus da dança. O Mahasivaratri é um festival realizado em honra a ele. Diz-se que nesse dia Shiva fez a Tandava (dança primordial da criação, preservação e destruição).
O Tandava é repleto de significados herméticos, a saber:
A dança representa o movimento do universo. O primeiro braço, com a palma à frente, é um mudrá que quer dizer: "Não vos atemorizeis com a mensagem terrível que vos trago", e logo abaixo o outro braço traz a mensagem: "Sempre há uma saída". Ao apontar para o pé levantado, quer dizer: "O homem não deve atender às solicitações das suas más inclinações, de suas más paixões, dos instintos bestiais, oriundos da sua natureza animal, inferior, e sim seguir sua natureza superior, espiritual: deve abster-se do ódio, dos vícios, dos excessos, obter o autocontrole." Esta é a saída. O braço esquerdo segura um pequeno tambor que marca o ritmo da dança, e que significa: "Tudo no universo segue um ritmo, e está sujeito a uma ordem temporal".
Com o outro braço, o que segura as línguas de fogo, Shiva diz: "Aproxima-se o tempo de destruir o que se construiu, para se completar o ciclo da criação. Assim como no passado o mundo antigo acabou-se pelas águas de um dilúvio, agora ele será destruído pelo fogo".
O círculo de fogo por trás da figura indica o Samsara (o ciclo de reencarnações). A vida surge do calor da paixão, e termina com o fogo da destruição. Um pé está esmagando uma figura animalesca, que representa a natureza inferior e animal do homem (ignorância). Seu pé esquerdo erguido mostra-nos que podemos elevar-nos e atingir salvação.
Segundo a contagem de tempo Hindu, nós estamos vivendo na Kali Yuga (a Era Negra, ou "das Trevas"). Como ela é a faceta destruidora de Shiva, vivemos então uma era marcada por destruições, sofrimentos e transformações. A duração dessas eras (Yugas) se estende por milhares de anos.
Algumas fontes (através de canalizações) atribuem a Shiva (numa encarnação como mulher) o ensinamento do Reiki para a humanidade, em tempos imemoriais.
Referências: WILLIAMS Monier Dicionário de Sânscrito-Inglês. Oxford Univ. Press, London 1951;
Muito obrigado a Line-chan, José Roldão e a Roberto pela colaboração.

O quarto caminho.

http://www.youtube.com/watch?v=OXLBHD-ziNA


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    
G. I. Gurdjieff, fundador do movimento.
O "Quarto Caminho" é um método de autoconhecimento desenvolvido e apresentado ao ocidente pelo mestre espiritual e professor de dança armênio George Ivanovich Gurdjieff (1866-1949).[1]
Defende que poderíamos simplesmente escolher um dos métodos tradicionais físico (como o faquir), emocional (como o monge) ou o intelectual (como o iogue), mas que isto seria muito difícil no mundo ocidental.[2]
No método do Quarto Caminho, seria necessário o sofrimento. Do sofrimento nasceria a tensão e passaria a operar a "Lei das Três Forças" (o princípio positivo, o negativo e o neutro, os elementos carbono, oxigênio e nitrogênio da "química oculta").
Para seguir esse "caminho", seria preciso determinação. Mas não teríamos essa determinação. Para que a tivéssemos teríamos que ter cristalizado um "corpo superior", o "causal". O amo (a vontade) daria suas instruções ao cocheiro (a mente) e este conduziria o cavalo (os sentimentos e as emoções) atrelado à carruagem (os instintos do corpo físico).
Este esforço partiria de uma decepção[3]. Segundo Gurdjieff, "se éramos materialistas, deveríamos estar decepcionados com o materialismo. Se éramos ocultistas, decepcionados com o ocultismo. Se cristãos, decepcionados com o cristianismo. Se téosofos, decepcionados com a teosofia."

Caminhos

  • 1º Caminho: relacionado com o Faquir (corpo)
  • 2º Caminho: relacionado com o Monge (emoção)
  • 3º Caminho: relacionado com o Yogui (intelecto)
  • 4º Caminho: o caminho do Homem equilibrado.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Dicas: Pepino

PEPINOS contém a maioria das vitaminas que tu precisas
diariamente.

Só um pepino contém Vitaminas B1, B2, B3, B5, B6, C, Ácido Fólico, Cálcio, Ferro, Magnésio, Fósforo, Potássio e Zinco.**
 2. Sentes-te cansado à tarde, dispensa a cafeína e come um
Pepino.
Os Pepinos são óptimas fontes de Vitaminas B e Carboidratos que
fornecem aquela '' animação'' que dura por horas.
3. Cansado de ver o espelho da casa de banho embaceado depois do banho?
Tenta esfregar uma rodela de pepino no espelho, isto eliminará a neblina e produzirá uma tenra fragrância como no SPA.

 4. As lesmas e caramujos arruinam as tuas plantas? Coloca algumas rodelas de pepino num pequeno prato ou forma de lata (não de ferro nem de alumínio ), na tua horta ou jardim, e as pestes ficarão longe toda a temporada.
As químicas no pepino reagem com o alumínio para dar um cheiro indetectado por humanos mas que deixam as pestes loucas e as fazem fugir da área.
5. Procuras uma rápida e fácil forma de remover celulite antes
de ir à piscina ou praia?
Tenta esfregar uma rodela ou duas de pepino nas áreas afectadas por alguns minutos, os fitoquímicos no pepino forçam o colágeno de tua pele a encolher, firmando a camada de fora e reduzindo
a visibilidade da celulite.
Funciona optimamente para as rugas também!
 6. Desejas evitar uma ressaca ou dor de cabeça?Come algumas fatias de pepino antes de dormir e acordarás sem dor e sem ressaca.
Os Pepinos contêm bastante açúcar, Vitaminas B e electrolites para repor os nutrientes essenciais que o corpo perde, mantendo tudo em equilíbrio, evitando ambos a ressaca e a dor de cabeça!
7. Queres evitar aquela fome à tarde ou à noitinha com alguma coisa?
Pepinos têm sido usados por centenas de anos e usados por caçadores Europeus, exploradores e comerciantes como uma rápida refeição para evitar a fome.
 8. Tens uma importante entrevista de emprego e reparas que não
tens tempo para engraxar os sapatos?
Simplesmente esfrega uma fatia fresca de pepino sobre o sapato, os químicos proverão rápida e durável brilho que não somente fica óptimo como também repele água.
9. Não tens em casa o WD-40 para consertar aquele barulhinho enjoado de uma porta a ranger? Pega numa fatia de pepino e esfrega no sítio problemático... e o rangido foi-se!
10. Cansado, stressado e sem tempo para uma massagem, facial ou visita ao SPA?
Corta um pepino inteiro e coloca numa panela de água a ferver, os químicos e nutrientes do pepino reagem com a água a 100º
e soltam-se no vapor, criando um relaxante cheirinho que tem sido
mostrado que reduz o stress em novas mamães e estudantes durante exames finais. 

11. Acabaste de almoçar e vês que não tens "chewing gum" ou rebuçados de hortelã?
Pega numa fatia de pepino e espreme no céu da boca com a língua
por 30 segundos para eliminar o sabor da comida, os fitoquímicos matarão as bactérias responsáveis por causar mau hálito.

12. Procuras algo ''verde'' para limpar as torneiras, pias ou aço inoxidável?
Esfrega uma fatia de pepino na superfície que desejas limpar, isto não só remove anos de zinabre mas traz de volta o brilho, mas também não deixa marcas e não mancham nem prejudicam as
tuas unhas e mãos enquanto limpas.

13. Usas a caneta e cometes um erro?Toma a casca do pepino ( o lado de fora ) e devagar usa-a para apagar o erro. Também funciona muito bem nos lápis que as crianças deixam nas paredes!!!